Comentário ao Salmo 3 – Santo Agostinho

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1 1 “Salmo de Davi, quando fugia de seu filho Absalão”. A locução: “Adormeci, caí em sono profundo. Despertei porque o Senhor me acolherá” persuade-nos a aplicar este salmo à pessoa de Cristo. De modo mais adequado se refere à paixão e ressurreição do Senhor do que à história de Davi a fugir do filho, em guerra contra ele (2Sm 15,17). Estando escrito a respeito dos discípulos de Cristo: “Os amigos do esposo não jejuam enquanto o esposo está com eles” (Mt 9,15), não é de admirar que esse filho desnaturado represente o discípulo impiedoso que o traiu. Embora seja possível o sentido histórico relativo à fuga de Cristo da presença do traidor, quando havendo Judas saído ele se apartou com os demais para o monte, no entanto, espiritualmente o Filho de Deus, isto é, a virtude e a sabedoria de Deus, abandonou o espírito de Judas e o diabo o invadiu totalmente, conforme está escrito: “O diabo entrou em seu coração” (Jo 13,2). Com razão entende-se ter Cristo fugido dele. Não quer dizer que Cristo cedeu ao diabo, mas quando Cristo se afastou, o diabo se apossou de Judas. Penso que neste salmo seu afastamento se denomina fuga por causa da pressa com que se realizou. A palavra aparece na declaração do Senhor: “Faze depressa o que tens de fazer” (Jo 13,27). Nós também costumamos dizer: Fugiu-me, quando não nos lembramos de alguma coisa; e de um homem muito douto afirmamos: Nada lhe escapa. A verdade, portanto, fugiu da mente de Judas, ao deixar de iluminá-lo. O nome de Absalão na opinião de alguns se traduz por: paz do pai. Pode causar estranheza o significado de paz do pai, seja na história dos Reis, onde vemos Absalão guerreando contra o pai, seja na história do Novo Testamento, pois Judas traiu o Senhor. Mas, lendo com atenção, verifica-se que naquela guerra Davi foi pacífico em relação ao filho, cuja morte chorou com grande dor, exclamando: “Absalão, meu filho, por que não morri eu em teu lugar!” E na história do Novo Testamento, embora estivesse o traidor agitado pela luta interna de um desígnio criminoso, bem se percebe ter nosso Senhor lhe oferecido a paz, por meio daquela tão grande e admirável paciência, com a qual por tanto tempo o suportou, como se fosse homem de bem, apesar de não ignorar seus planos, e quando o admitiu à ceia, onde lhe confiou e entregou aos discípulos o mistério de seu corpo e de seu sangue, e finalmente recebeu um beijo no próprio ato da traição (Mt 26,49). Absalão é paz do pai, porque o pai possuía a paz; ele, não.

2 2.3 “Senhor, como se multiplicaram os que me afligem!” São tantos que não faltou, nem mesmo do número dos discípulos, quem aumentasse o número dos perseguidores. “Numerosos são os que se insurgem contra mim! São muitos a dizer a minha alma: Para ele não há salvação junto de Deus”. É óbvio que não o matariam se não houvessem perdido a esperança de que ele ressuscitaria. Em tal sentido são válidas as palavras: “Se és Filho de Deus, desce da cruz” (Mt 27,40) e: “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar!” (Jo 27,42). Nem Judas, portanto, o trairia, se não fosse do número dos que desprezaram a Cristo, dizendo: “Para ele não há salvação junto de Deus”.

3 4 “Tu, porém, Senhor, és o meu abrigo”. Dirige-se a Deus, enquanto homem, porque o Verbo se fez carne assumindo a natureza humana. “Minha glória”. Declara também que Deus é sua glória, aquela que o Verbo recebeu de tal modo que, com ele, se tornasse Deus. Aprendam os soberbos que não ouvem de bom grado que se lhes pergunte: “Que é que possuis que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que haverias de te ensoberbecer como se não tivesses recebido? (1Cor 4,7). E ergues a minha cabeça”. A meu ver, cabeça é aqui o espírito humano, chamado, com justeza, cabeça da alma, a qual aderiu e se uniu a excelente supereminência do Verbo, que assumira a natureza humana, de tal sorte que não foi deposta nem diante da grande humilhação da paixão.

4 5 “Clamei ao Senhor com minha voz”. Não a voz do corpo, que se emite golpeando ruidosamente o ar, mas a do coração, silenciosa perante os homens, todavia clamorosa diante de Deus. Por meio desta voz Susana foi atendida (Dn 13,44). Com tal voz o próprio Senhor ordenou que se ore de portas fechadas, isto é, no segredo do coração, sem ruído (Mt 6,6). Não é exata a afirmação de que rezamos menos quando nenhuma palavra proferimos corporalmente, porque se rezarmos no coração calados, mas com pensamentos interpostos, alheios ao afeto do orante, ainda não podemos dizer: “Elevei ao Senhor minha voz”. Tem o direito de proferi-lo apenas a alma que, sozinha, e sem levar para a oração nada de carnal e de preocupações materiais, falar ao Senhor lá onde só ele ouve. Isso se chama clamor, devido a sua intensidade. “E ele me ouviu de seu monte santo”. O profeta dá ao Senhor o nome de monte, na passagem onde está escrito que a pedra deslocada, sem intervenção de mão alguma, cresceu até o tamanho de um monte (Dn 2,35). Mas isto não se pode referir a sua pessoa, a menos que tenha querido afirmar: De mim, como de seu monte santo, ouviu-me, desde que habitava em mim, isto é, no próprio monte. Seria, contudo, mais simples e fluente entender que Deus o ouviu por causa de sua justiça; pois era justo que Deus ressuscitasse dos mortos o inocente, ao qual o bem fora retribuído com o mal, e desse aos perseguidores a condigna paga. Lemos, de fato: “A tua justiça é como as montanhas de Deus” (Sl 35,7).

5 6 “Adormeci, caí em sono profundo”. Pode-se observar com acerto ter sido escrito “eu” para denotar ter ele suportado a morte voluntariamente, segundo a palavra: “O Pai me ama, porque dou a minha vida para retomá-la. Ninguém ma arrebata, mas eu a dou livremente. Tenho poder de retomá-la” (Jo 10,17.18). Não fostes vós, disse ele, que me prendestes e matastes contra a minha vontade, mas “eu adormeci, caí em sono profundo. Despertei, porque o Senhor me acolherá”. Inumeráveis passagens das Escrituras trazem sono ao invés de morte, segundo diz também o Apóstolo: “Irmãos, não queremos que ignoreis o que se refere àqueles que adormeceram” (1Ts 4,12). É desnecessário procurar a razão por que se acrescentou “caí em sono profundo”, se já fora dito “adormeci”. As Escrituras empregam tais repetições. Já mostramos muitas no salmo segundo. Alguns códices trazem “adormeci, dormi”, e outros ainda empregam termos diferentes, numa tentativa de traduzir do grego: egò dé ekoiméthen kaì hípnosa. A não ser que se conceba o adormecer para o moribundo e o sono para a morte, de tal forma que o adormecer seja a passagem ao sono, como o acordar é a passagem para o estado de vigília. Não julguemos vãos ornamentos de linguagem estas repetições nos livros divinos. Com acerto, portanto, interpreta-se “adormeci, caí em sono profundo” da seguinte maneira: Permiti que me sobreviesse a paixão e se seguisse a morte. “Despertei, porque o Senhor me acolherá”. Note-se que numa só frase os verbos estão no pretérito e no futuro, pois disse: “Despertei” no passado, e: “me acolherá”, no futuro. Na verdade, eu não ressuscitaria sem aquele apoio. Nas profecias, porém, o futuro se mistura perfeitamente com o passado, para significar ambos, uma vez que as coisas profetizadas, segundo o tempo são futuras; no intelecto dos profetas, contudo, são tidas por realizadas. Mesclam-se igualmente com verbos no presente, os quais, quando ocorrem, serão tratados em seu lugar.

6 7 “Não temerei a multidão que me cerca”. Consta no Evangelho ter sido grande a multidão ao redor do Senhor, padecente e crucificado (Mt 27,39ss). “Ergue-te, Senhor! Salva-me, ó meu Deus”! Não é a um Deus adormecido ou prostrado que se clama: “Ergue-te”! Mas, é costume das Sagradas Escrituras atribuir a Deus aquilo que ele faz em nós, embora não em todas as passagens, e sim onde tal se pode dizer de maneira conveniente. Por exemplo, diz-se que ele fala, quando por sua graça falam os profetas, ou os apóstolos, ou algum pregador da verdade. Daí a palavra: “Procurais uma prova de que é Cristo que fala em mim” (2Cor 13,3). Não declara: Falo quando ele me ilumina e ordena, mas atribui a própria fala àquele por cujo dom falava.

7 8 “Feriste a todos os que sem motivo me hostilizam”. Não se considere uma frase só: “Erguete, Senhor! Salva-me, ó meu Deus, porque feriste a todos os que sem motivo me hostilizam”. Não o salvou porque feriu os inimigos; ao invés, salvou-o e depois os feriu. Liga-se, portanto, ao que segue, de sorte que o sentido é o seguinte: “Feriste a todos os que sem motivo me hostilizam. Quebraste os dentes aos pecadores”, isto é, quebraste os dentes aos pecadores, porque feriste a todos os que me hostilizam. O castigo dos inimigos consistiu em terem os dentes quebrados, quer dizer, as palavras dos pecadores, que dilaceravam com injúrias o Filho de Deus, foram anuladas, reduzidas a pó. Por dentes entendamos as palavras maldizentes, às quais se refere o Apóstolo: “Mas se vos mordeis, cuidado, não aconteça que vos elimineis uns aos outros” (Gl 5,15). É possível também dar a dentes dos pecadores a acepção de príncipes dos pecadores, por cuja autoridade alguém se separa da sociedade dos honestos e se incorpora de certo modo aos que vivem mal. Opostos a tais dentes são os da Igreja, por cuja autoridade os fiéis se apartam do erro dos gentios e de várias seitas e se transferem para a Igreja, Corpo de Cristo. Com estes dentes, Pedro recebeu a ordem de comer dos animais imolados (At 10,13), isto é, de matar nos gentios o que eles eram e transformá-los no que era o próprio Pedro. Destes dentes da Igreja se disse: “Teus dentes são como um rebanho tosquiado que sobe do lavadouro, cada ovelha com seus gêmeos, nenhuma delas sem cria” (Ct 4,2; 6,5). São os que mandam com retidão e vivem conforme o que ordenam; praticam o preceito: “Brilhem vossas obras diante dos homens, para que glorifiquem vosso Pai que está nos céus” (Mt 5,16). Impressionados pela autoridade daqueles, por cujo intermédio Deus fala e opera, os homens acreditam; separados do século, ao qual se haviam conformado, passam a ser membros da Igreja. Com razão, esses intermediários chamam-se dentes semelhantes a ovelhas tosquiadas: largaram o peso das preocupações terrenas e subindo do lavadouro, da ablução das imundícies do século, pelo sacramento do batismo, dão à luz gêmeos. Praticam, efetivamente, os dois preceitos, dos quais se afirmou: “Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” (Mt 22,40), amando a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o espírito, e ao próximo como a si mesmos. Entre eles não existe estéril, visto produzirem tais frutos para Deus. Neste sentido se entende: “Quebraste os dentes aos pecadores”, a saber, aniquilaste os príncipes dos pecadores, ferindo a todos os que me hostilizavam sem motivo. Segundo a narrativa evangélica, perseguiram-no os príncipes, enquanto a multidão de posição inferior o honrava.

8 9 “Do Senhor vem a salvação. Sobre o teu povo, a tua bênção”. Em uma só sentença mostrou aos homens o que devem crer e orou pelos fiéis; pois ao asseverar “do Senhor vem a salvação”, dirige-se aos homens. Se prossegue: “Sobre o teu povo, a tua bênção”, não se refere tudo aos homens, mas se volta para o próprio Deus, em favor do povo ao qual foi afirmado: “do Senhor vem a salvação”. Disse, portanto, apenas o seguinte: Ninguém presuma de si mesmo, porque a salvação da morte do pecado provém do Senhor; pois, “Infeliz de mim! Quem me libertará deste corpo de morte? A graça de Deus, por Jesus Cristo, Senhor nosso (Rm 7,24.25). Tu, porém, Senhor, abençoa o teu povo, que de ti espera a salvação. 9 Este salmo é aplicável ainda à pessoa de Cristo de outro modo, isto é, que fala como um todo. Todo, digo, com o Corpo do qual ele é a Cabeça, segundo a palavra do Apóstolo: “Vós sois o corpo de Cristo e sois os seus membros” (1Cor 12,27); portanto, ele é a Cabeça deste corpo. Por esta razão, diz o Apóstolo em outra passagem: “Seguindo a verdade em amor, cresceremos em tudo em direção àquele que é a Cabeça, Cristo. É por ele que todo o corpo é coordenado e unido” (Ef 4,15.16). Falam pois, segundo o Profeta, simultaneamente a Igreja e sua Cabeça, no meio das procelas das perseguições em todo o orbe da terra, conforme sabemos já haver acontecido: “Como, Senhor, se multiplicaram os que me afligem! Numerosos os que se insurgem contra mim!” querendo exterminar o nome dos cristãos. “São muitos a dizer a minha alma: Para ele não há salvação junto de Deus”. Não contariam arruinar a Igreja, largamente difundida, se acreditassem estar ela sob os cuidados de Deus. “Tu, porém, Senhor, és o meu abrigo”, a saber, em Cristo. Pois, naquela natureza humana também a Igreja foi assumida pelo Verbo, que se fez carne, e habitou entre nós (Jo 1,14). Também nos fez sentar com ele nos céus (Ef 2,6). A Cabeça precede, seguem-se os demais membros. “Quem nos separará do amor de Cristo” (Rm 8,25)? Com toda razão exclama igualmente a Igreja: “Tu és o meu abrigo, a minha glória”. Não atribui a si mesma a exaltação, sabendo donde lhe provém tal graça e misericórdia. “E ergues a minha cabeça”, a saber, aquele que, sendo o primogênito dentre os mortos, subiu ao céu. “Elevei a minha voz ao Senhor e ele me ouviu de seu monte santo”. Eis a oração de todos os santos, odor suave que sobe à presença do Senhor. A Igreja, portanto, já é ouvida do próprio monte, que é ainda a sua Cabeça; ou por aquela justiça de Deus, que liberta os seus eleitos e pune os perseguidores deles. Fale igualmente o povo de Deus: “Adormeci, caí em sono profundo. Despertei, porque o senhor me acolherá”, para se unir e aderir a sua Cabeça. Este povo foi interpelado: “Ó tu, que dormes, desperta e levanta-te de entre os mortos, que Cristo te tocará” (Ef 5,14) 1 , porque foi tirado do meio dos pecadores, sobre os quais foi dito, em geral: “Quem dorme, dorme de noite” (1Ts 5,7). Prossiga ainda: “Não temerei a multidão que me cerca”, os povos sitiantes, para extinguir, se possível, o nome de cristão. Mas como serão temidos, se o sangue dos mártires em Cristo é óleo que inflama o ardor da caridade? “Ergue-te, Senhor! Salva-me, ó meu Deus”! É o que o corpo pode dizer à Cabeça. O povo se salvou quando a Cabeça se ergueu, subiu ao alto, levou consigo os cativos, distribuiu dons aos homens (Sl 67,19). Afirma-o o Profeta, visando à predestinação, enquanto a messe madura mencionada no Evangelho (Mt 9,37) fez descer nosso Senhor à terra. A salvação desta messe se encontra na ressurreição daquele que por nós se dignou morrer. “Feriste a todos os que sem motivo me hostilizam. Quebraste os dentes aos pecadores”. Já está reinando a Igreja. Os inimigos do nome de cristão foram cobertos de vergonha e estão reduzidas a nada as suas maldições, o seu principado. Acreditai, portanto, ó homens. “Do Senhor vem a salvação. E” tu, Senhor, “faze descer a tua bênção sobre o teu povo”.

10 Cada um de nós também pode dizer, quando a multidão dos vícios e desejos arrasta, sob a lei do pecado, a mente que resiste: “Senhor, como se multiplicaram os que me afligem. Numerosos os que se insurgem contra mim!” Visto que, muitas vezes, devido ao acúmulo de vícios, insinua-se a desesperança da cura, como se os próprios vícios assaltassem a alma, ou ainda agissem também o diabo e seus anjos, com más sugestões, para desesperarmos, é bem verdade que “são muitos a dizer a minha alma: Para ele não há salvação junto de Deus. Tu, porém, Senhor, és o meu abrigo”. A esperança reside em que o Senhor se dignou assumir a natureza humana em Cristo. “A minha glória”, segundo a norma de que ninguém atribua a si mesmo coisa alguma. “E ergues a minha cabeça”. Seja a Cabeça de todos nós, ou o espírito de cada um, que serve de cabeça à alma e à carne. “Pois, a cabeça de todo o homem é Cristo, a cabeça da mulher é o homem” (1Cor 11,3). A mente é exaltada, se lhe é já possível afirmar: “Pela razão sirvo à lei de Deus” (Rm 7,25), de maneira que as outras partes do homem pacificadas se submetam, quando pela ressurreição da carne, a morte for absorvida na vitória (1Cor 15,54). “Elevei a minha voz, clamei ao Senhor”, com aquela voz íntima, muito intensa. “E ele me ouviu de seu monte santo”, daquele monte pelo qual nos socorre, por cuja mediação ele nos atende. “Adormeci, caí em sono profundo. Despertei, porque o Senhor me acolherá”. Qual o fiel que assim não se pode expressar, lembrado da morte causada por seus pecados e do dom da regeneração? “Não temerei a multidão que me cerca”. Além das tribulações que a Igreja em geral suportou e suporta, cada qual tem as suas tentações, e quando se vê cercado por elas exclama: “Ergue-te, Senhor! Salva-me, meu Deus!” isto é, faze com que me levante. “Feriste a todos os que sem motivo me hostilizam”. Com acerto se afirma a respeito da predestinação que o diabo e seus anjos se enfurecem não só contra todo o corpo de Cristo, mas ainda contra cada um em particular. “Quebraste os dentes aos pecadores”. Todo homem tem seus caluniadores e instigadores de vícios, empenhados em amputá-lo do Corpo de Cristo. “Mas do Senhor vem a salvação”. Precavido contra a soberba diga ele: “A minha alma aderiu a ti” (Sl 62,9). “Sobre o teu povo, a tua bênção”, isto é, sobre cada um de nós.

1 Em vez de (iluminará) Sto. Agostinho lia (tocará) (N. dos Maurino)

Extraído do Comentário aos Salmos (Enarrationes in psalmos), de Santo Agostinho, vol.1.

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Helber Clayton é leigo católico, servidor público, escritor, casado, formado em Letras, com licenciatura em Língua Portuguesa, Língua Inglesa e respectivas literaturas, Especialista em Língua Latina e Filologia Românica.
Mora em Teixeira de Freitas na Bahia

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